setembro 29, 2006

Os melhores slogans da campanha política

pra não dizer que poderiam ser os piores também... já que o brasileiro não leva nem a política a sério... resta saber se é verdade ou não. ei-los:

9º lugar - Guilherme Bouças, com o slogan ''Chega de malas, vote emBouças''
8º lugar - Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia(SP): "Lingüiça Neles!"
7º lugar - Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinhacujo slogan é ''Tudo Pela Dinha''
6º lugar - Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê ''Nãovote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê''
5º lugar - Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé. ''Não votesentado, vote em Pé''
4º lugar - E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu, ''Aquele quedá o que promete''
3º lugar - A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan: ''Vote com prazer''
2º lugar - Candidato a prefeito de Aracati (CE): ''Com a minha fé e asfezes de vocês, vou ganhar a eleição!!"
1º lugar, campeoníssimo - Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto: "Vote em Defunto, porque político Bom é político Morto" Essa realmente mereceu o primeiro lugar!!!!!

setembro 28, 2006

Baixar funk da Cicarelli (Melô de La Tica)

depois do vídeo veio o funk da Cicarelli. eu sabia que mais cedo ou mais tarde o link pra baixar a música e o vídeo da Cicarelli, um funk feito pelo DJ ThinkFreud ia cair nas graças da web... ei-lo: http://rapidshare.de/files/34738477/Mel__de_La_Tica_DJ_ThinkFreud.mp3
PS: Mais abaixo tem um outro post com o link pro vídeo que causou o rebuliço.

setembro 27, 2006

Baixar funk da Cicarelli - Melô de "La Tica"

Melô de "La Tica" (DJ ThinkFreud)
eu sabia que mais cedo ou mais tarde o link pra baixar a música e o vídeo da Cicarelli, um funk feito pelo DJ ThinkFreud ia cair nas graças da web... ei-lo: http://rapidshare.de/files/34738477/Mel__de_La_Tica_DJ_ThinkFreud.mp3

La 'tica' Cicarelli pega leve... na fita (na 'pica')... (refrão)

Namorando numa praia, paraíso alto astral

do beijinho às carícias tudo era tão normal.
eis que surge um paparazzi pra filmar a cena inteira

sem roteiro sem censura, com uma gata de primeira

e a quentura da mineira será auto-promoção?
ou é puro devaneio numa tarde de tesão (numa 'nice' de verão)...
só sei que o que ela fez não é grande novidade

que casal nunca transou em pleno mar com liberdade
(dentro do mar em plena tarde)...
(no mar com água pela metade)...

mas agora com a internet mais cuidado onde se mete

pois um vídeo como um vírus se espalha igual confete
que dureza o rebuliço uma grande malandragem

e ela agora vem mover ação contra essa sacanagem...

opinião: o mp3 eu não consegui pegar... mas deve aparecer mais cedo ou mais tarde.
impressionante o poder de difusão das mídias na web...

Será que acharam o ponto G

Será que finalmente acharam o ponto G?
só se for G de:
Ginástica...
Guenta aí...
Guela abaixo...
Gambiarra...
(G)eringonça...
noh, aí o editor pegou pesado!

Consciência humana

A CONSCIÊNCIA HUMANA
Nada há de mais aterrador que essa espécie de contemplação. A vista do espírito não se perturba tanto e não se enche de tanta treva quando pousa em objeto diverso do homem; não pode fixar-se em nada que seja mais terrível, mais complicado, mais misterioso e infinito. Há um espetáculo maior que o mar e mais vasto que o céu: o interior da alma.Compor o poema da consciência humana, ainda que de um só homem, ainda que do mais mesquinho dos homens, seria fundir todas as epopéias numa epopéia superior e definitiva. A consciência é o caos da quimera, dos apetites desordenados e das tentações; a guarida dos sonhos e dos desvarios; o antro das idéias que nos envergonham, o pandemônio dos sofismas, o campo de batalha das paixões. Penetrai em determinadas horas o semblante lívido de um ser humano que reflexiona, e mirai o seu interior, mirai aquela alma, mirai aquela obscuridade...Sob o silêncio exterior, ali se travam combates gigantescos, como em Homero, luta de dragões e de hidras, e nuvens e fantasmas como em Milton, e círculos dantescos. Coisa sombria essa que todo homem leva dentro em si mesmo e por meio da qual aquilata desesperadamente os atos de sua vontade e as ações diversas de sua vida!
VITOR HUGO – do livro “Os Miseráveis”

Enquanto isto, na sala de biologia...

Será que isso é verdade?
em todo o caso taí para que ninguém coloque o saudoso Kafunga no meio dessa prova de fogo!

Primeira dama gastando à vontade!

NÃO VOTEM NO LULA: E DONA MARISA ADOECE (OU ENTÃO MUDA PRA ITÁLIA).
Durante o mandato de um Presidente da República, o esperado e o normal é que sua mulher trabalhe com afinco na coordenação de programas sociais. Mas a Dona Marisa Letícia, atual 1ª dama, é um caso especial. Ignorante e semi analfabeta como o marido, ela não trabalha em serviços sociais, não faz absolutamente porra nenhuma, mas gasta pra caralho. Somente no primeiro semestre deste ano, a funcionária pública destinada a acompanhar a primeira dama, Maria Emília Évora, gastou com cartão de crédito da presidência da república a importância de R$ 441.000,00 (quatrocentos e quarenta e um mil reais), sendo que R$ 198.000,00 (cento e noventa e oito mil reais) foram sacados em moeda corrente na boca do caixa para custear despesas da primeira dama. Essa gastança equivale a uma média mensal de R$ 55.000,00 (cinqüenta e cinco mil reais), ou R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais por dia), equivalendo ainda à alimentação de 8.820 famílias pelos critérios do programa fome zero. Segundo a legislação vigente, dona Marisa Letícia não pode ter despesas pessoais pagas pela união. Diárias de viagens e gastos com roupas, cabeleireiros e manicures devem ser custeadas pelo marido, uma vez que primeira dama não é ocupação funcional remunerada. Mas nós, esfolados, estuprados e fudidos contribuintes, é que pagamos tudo. O PT sempre arranja um jeito de enfiar na nossa bunda. A fulana muito cara de pau, ainda envergonha o país pedindo (e conseguindo) cidadania italiana sob a justificativa que "quero um futuro melhor para meus filhos". No dia 01 de outubro não votem no Lula!

e Cicarelli contra-ataca

mais uma publicidade pra Cicarelli...
fazendo comercial desse jeito a garota não vai ter tempo de fazer o programa da MTV.

Ronaldo deu o troco

Olha o Ronaldo aí gente...
já está dando o troco na Cicarelli...
o cara não perde tempo mesmo...

setembro 25, 2006

Menino de 3 anos compra carro pela internet

Fonte: INVERTIA
Menino de 3 anos compra carro de US$ 16 mil pela Internet
Um menino britânico de três anos acessou o computador de seus pais escondido e comprou um carro avaliado em 9 mil libras (cerca de US$ 16 mil). O garoto Jack Neal conseguiu adquirir um Nissan Figaro rosa no site de vendas eBay. Os pais dele, Rachel e John, só descobriram a compra quando receberam um e-mail do site dando os parabéns pela aquisição do veículo. "Nós não estávamos entendendo o que estava acontecendo. Então checamos e vimos que tínhamos comprado um carro da Barbie por 8,9 mil libras", afirmou Rachel, 36 anos, segundo o jornal The Sun. De acordo com a mãe, moradora de Sleaford, no Reino Unido, Jack conseguiu entrar automaticamente na conta do eBay, porque ela havia deixado a senha gravada no computador. "Jack é um 'diabinho', ele já conseguia entrar no site quando tinha dois anos", declara.
O pai da criança ligou para o site para explicar o que havia ocorrido e pediu para que a venda fosse cancelada.

opinião: com certeza esse menino é um bom observador. e mais além: como acessar um site e navegar... pra gente ver que todo cuidado é pouco. e criança sabe muito bem das coisas...

Domínio público?

O Ministério da Educação, disponibilizou um site literário. Lá pode-se ler todas as obras de Machado de Assis e muitas outras, e ter acesso a histórias infantis; enfim, obras artísticas, científicas e literárias.Também mostra as grandes obras de Leonardo da Vinci, escuta-se música em MP3 de alta qualidade. E tudo gratuitamente. Só de Literatura em língua portuguesa há 732 obras.Entre dissertações e teses há em torno de 1.885. As estatísticas dosite mostram que, até ago/2006 são 22.862 obras cadastradas emvárias mídias: imagem, som, texto e vídeo de todas as área deconhecimento.
Basta acessar o site <
http://www.dominiopublico.gov.br>.Mas estão pensando em findar o projeto por desuso, já que o nívelde acessos é muito pequeno!!!
Opinião: eu acessei o site e encontrei algumas coisas legais... mas se ler Machado de Assis já é difícil na versão impressa imagine na tela de um pc? tudo bem que se você quer colher apenas um trecho vale a pena mas pra ler livros inteiros não dá. em todo caso é um serviço do governo que funciona (já que tantos outros matam a gente de raiva)...

Lula só anda viajando...

Segundo o email as palavras são de Joelmir Betting... em todo o caso é bom avaliar... melhor ainda é votar direito.
“Se beber não dirija. Nem governe!
Alkmin pode ainda não ser o candidato ideal... mas é a única solução para tirar o vagabundo e sua corja da "presidência". Até aqui, em pouco mais de 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 86 viagens pelo Brasil. Hoje, dia 06 de junho de 2006, ele completa 397 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 617 dias fora de Brasília. Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: exatos 1.014 dias fora do Palácio, em exatos 1.230 dias de presidência. Equivale a 82,5% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto. Governar ou despachar, nem pensar. A ordem é circular. A qualquer pretexto. E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente. Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, quem dirá para trabalhar."
JOELMIR BETTING

setembro 22, 2006

Mulher que lê

Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago. Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro. Chega um guarda do parque em seu barco, pára ao lado da mulher e fala:
- Bom dia, Madame. O que está fazendo?
- Lendo um livro - ela responde, e pensando: será que não é óbvio?
- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida ele informa.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou lendo.
- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode
começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei que multá-la e
processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual! diz a mulher.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.
- Tenha um bom dia, Madame - ele diz e vai embora.
MORAL: Nunca discuta com uma mulher que lê. Ela pensa!

PubliCICAdade











impressionante a rapidez com que se cria e se propaga a publicidade alheia... já recebi isto umas 15 vezes. então ao invés de ficarem lotando minha caixa postal resolvi publicar essas montagens. espero que a moça não me processe...

Viva a Vida!

No primeiro dia, Deus criou a vaca e disse: "Você deve, diariamente, ir ao campo com o fazendeiro, ficar sob o sol, ter bezerros e dar leite para alimentar o fazendeiro. Eu lhe dou 60 anos de vida" A vaca respondeu: "É uma vida muito sacrificada para mim durante 60 anos. Eu aceito 20 e devolvo os outros 40." E Deus aceitou.

No segundo dia, Deus criou o cachorro e disse: "Fique sentado todos os dias sob o sol, na frente da casa e lata para qualquer um que passar. Eu lhe dou uma vida de 20 anos." O cachorro disse: "É uma vida muito longa para ficar latindo. Dê-me 10 anos e eu devolvo os outros 10." E Deus aceitou.

No terceiro dia, Deus criou o macaco e disse: "Divirta as pessoas, faça-as rir. Eu lhe concedo 20 anos." O macaco disse: "Fazer macaquice por 20 anos é muito chato. Para o cachorro o Sr.concedeu 10 anos. Faça o mesmo comigo."
E Deus concordou.

No quarto dia, Deus criou o homem e disse: "Coma, durma, brinque, faça sexo e não se preocupe com nada. E lhe concedo 20 anos." O homem respondeu: "O quê? Só 20 anos? Que miséria. Veja, eu pego os meus 20, os 40 que a vaca devolveu, os 10 do macaco e os 10 do cachorro. Isso faz 80 anos." "Está bem" Deus respondeu. "Negócio fechado".

É por isso que durante os 20 primeiros anos de nossa vida nós comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo e não fazemos mais nada. Nos 40 anos seguintes nós trabalhamos como uma vaca sob o sol para manter a família. Nos outros 10 anos fazemos macaquices para distrair os netos. E nos últimos dez anos ficamos sentados na frente da casa latindo para todo o mundo...

Quem mexeu no meu emprego?

QUEM MEXEU NO MEU EMPREGO?
O grande desafio da humanidade, nos próximos 10, 15 anos, será enfrentar a eliminação contínua dos empregos e a dificuldade de se criarem novas formas de trabalho. Em 1996, Jeremy Rifkin, renomado economista e autor de diversos livros sobre questões relacionadas à ciência, tecnologia e cultura, publicou o livro 'O fim dos empregos'. Ele, já naquela época, constatava: “Mais de 800 milhões de seres humanos no mundo estão desempregados ou subempregados.”


A sociedade da informação e da tecnologia muda o perfil do trabalhador e a realidade do emprego:
> Pesquisas apontam que a cada dois postos de trabalho no Brasil um é formal e outro é informal.
> Entre 16 e 25 milhões de trabalhadores são autônomos ou empreiteiros independentes.
> Atualmente, os maiores empregadores não são mais as megacorporaões e, sim, as agências de trabalho temporário.
> Por volta de 2015, mais de 30% da força de trabalho das grandes cidades dos países industrializados estarão trabalhando em casa.
No Brasil, pelo menos 15% dos trabalhadores se encontrarão nessa situação. O emprego estável em grandes instituições se foi.
> A carreira média provavelmente abrangerá duas ou três “ocupações” e meia dúzia ou mais de empregadores.
> A maioria de nós passará períodos sustentados de nossas carreiras em alguma forma de auto-emprego.

Paradoxalmente, se você visitar alguns sites de recrutamento que ofertam empregos, verificará que muitas vagas não são preenchidas por falta de mão-de-obra qualificada. Novas funções surgiram nesses novos tempos. Empresas petrolíferas buscam, desesperadamente, profissionais de mergulho a grandes profundidades, especialistas em tecnologia da informação não são encontrados na quantidade desejada. Até mesmo profissionais especializados em atividades agrícolas e pecuárias faltam num país com elevada vocação para o campo.
Em compensação, sobram médicos, engenheiros e dentistas, por exemplo, nos grandes centros urbanos. O que leva a situações interessantes. Uma reportagem da Folha de São Paulo, no ano passado, registrava o surgimento de uma nova elite na capital paulista: os perueiros. A matéria focava a família Caçola. Seu filho mais novo, fluente em Inglês e cursando Radiologia numa faculdade particular, aguardava completar seus 21 anos para iniciar-se como motorista de lotação. Claro, certamente uma profissão muito mais rentável. A família possui vários automóveis próprios, casa no interior, dois ônibus-lotação (registrados), uma Sprinter, etc. Entre muitos desses novos profissionais (perueiros), encontram-se engenheiros, matemáticos, assistentes sociais, economistas.
Creio que uma das razões porque sobram vagas em determinados setores é a velocidade das mudanças mercadológicas. As universidades não dispõem de tempo hábil para acompanhá-las. E ainda tem mais. Estudos revelam que mais da metade das pessoas não exercerão a profissão na qual se graduaram. Em certos setores, esse índice alcança 70%!
Outra mudança que deve ser trabalhada é na cabeça da classe média brasileira. Acabou aquela história que Medicina e Engenharia eram profissões de sucesso garantido. Em funão desse mito, centenas, se não milhares deles são oferecidos anualmente ao mercado de trabalho. Estão se tornando commodities. E como para o emprego também vale a Lei da Oferta e da Procura, estão se tornando uma mão-de-obra barata para empresas que não mais oferecem garantias de estabilidade para eles e, pior ainda, para elas.
Quer uma dica do que as empresas mais desejam? Vendedores. Quem vende bem tem emprego garantido para toda a vida. Melhor, é empregável em qualquer lugar.O problema que papai e mamãe não vêem com bons olhos essa profissão.
Um detalhe curioso. Uma pesquisa realizada pelo MEC, recentemente, identificou uma carência de 700 mil professores. Claro, uma das razões é fácil de identificar: baixos salários ofertados. Mas desconfio que muitos dos potenciais educadores estão preferindo formar-se em mergulho, motoristas de lotaão, “personal qualquer coisa”...
Júlio Clebsch

Dedicação

Não sou muito fã destes livros de 'auto-ajuda' mas esse texto tem uma mensagem válida:

Dedicação - (Roberto Shinyashiki)
Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de umobjetivo. Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira sem trabalhar pelo menos doze horas por dia nos primeiros anos. Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá de se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá de investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para conseguir um resultado diferente da maioria, você temde ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente, ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá de estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da TV. Terá de trabalhar, enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende da dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém do lugar ondeestá. Ilusão é combustível de perdedores.

"Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio.Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa".
Fonte: "Coheita web"

setembro 20, 2006

O Balde

Um velho fazendeiro tinha um bonito lago na sua enorme fazenda. Depois de muito tempo sem ir ao local, decidiu dar uma olhada geral para ver se estava tudo em ordem. Pegou um balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas existentes no caminho. Ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertindo-se. Ao chegar mais perto avistou um bando de jovens mulheres banhando-se completamente nuas. Ele fez-se presente e com isso todas fugiram para a parte mais funda da água. Uma das mulheres gritou: - "Não sairemos enquanto o senhor não sair de perto, para bem longe!" O velho respondeu: - "Eu não vim até aqui para ver vocês nadando ou saindo do lago, nuas!" - Levantando o balde, ele disse: - "Eu só vim dar comida ao jacaré..."
Moral da história: Experiência, idade e esperteza sempre triunfarão sobre a juventude e o entusiasmo.
Fonte: "Colheita web"

Isso sim é estilo de vida (Slow way of life)

Texto escrito por um brasileiro que vive na Europa:
"Já vai para 16 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora 2 anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedadegeneralizada. Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo. Os suecos discutem, discutem, fazem "n" reuniões, ponderações. E trabalham num esquema bem mais "slow down". O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui. E vejo assim:1. O país é do tamanho de São Paulo; 2. O país tem 2 milhões de habitantes; 3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare comCuritiba, que tem 2 milhões); 4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare... Nada mal, não? Para ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA. Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam muitos dos nossos salários. Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles. Vou contar para vocês uma breve história só para dar noção. A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca.. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei: "Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final." Ele me respondeu simples assim: "É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?" Olha a minha cara! Ainda bem que tive esta na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos. Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association - cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália (o site, é muito interessante. Veja-o!). O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade. A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida em que o americano endeusificou. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week numa edição européia. A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser". Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%. Essa chamada "slow atitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it now" (faça já). Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem ter menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress". Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do "local", presente e concreto em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor. Gostaria de que você pensasse um pouco sobre isso... Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"? No filme "Perfume de Mulher", há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde: "Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos." _"Mas em um momento se vive uma vida" - responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme. Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim.. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe. Tempo todo mundo tem, por igual! Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon: "A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro"... Parabéns por ter lido até o final! Muitos não lerão esta mensagem até o final, porque não podem "perder" o seu tempo neste mundo globalizado. Pense e reflita, até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família. De ficar com a pessoa amada, ir pescar no fim de semana ou outras coisas... Poderá ser tarde demais! Saber aprender para sobreviver...
Fonte: "Colheita web"

Professores e Educadores

Numa escola pública, estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos, que usava batom todos os dias, removia o excesso beijando o espelho do banheiro. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom. Chegou a chamar a atenção delas por quase 2 meses, e nada mudou. Todos os dias acontecia a mesma coisa...
Um dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam.
Depois de uma hora falando e elas com cara de deboche, o diretor pediu ao zelador "para demonstrar adificuldade do trabalho".
O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho!
"Há professores e há educadores"...

Fonte: "Colheita na web".

setembro 19, 2006

Daniela Cicarelli em vídeo caliente

Quase todo mundo sabe que a Daniela Cicarelli troca de namorado (ou de marido) igual troca de roupa. Mas esse vídeo aí mostra que a mineirinha é quente no quesito auto-promoção (ficou famosa novamente). Mas o mérito mesmo vai para este paparazzi, que soube muito bem explorar a sua lente e editar com simplicidade uma experiência sexual em pleno oceano.
http://www.pornotube.com/media.php?m=35250 ou
http://rapidshare.de/files/33570755/cicarelli.mpg ou
acesse o You Tube (www.youtube.com) e pesquise por "Daniela Cicarelli transando na praia".
Fui!

Acesso Raro - Álbuns nacionais completos em MP3s

Conheci um camarada gente fina que está fazendo um trabalho sensacional. Vou omitir o nome real dele por questões de privacidade. Mas o nome virtual é "Acesso-raro".
Ele tem um blog chamado Acesso Raro (http://acesso-raro.blogspot.com/) onde posta verdadeiras relíquias da música popular brasileira. São albuns completos, prontos para serem baixados no formato Mp3. Um verdadeiro tesouro ao alcance de todos. Viva a música popular brasileira. E viva o Acesso Raro!!!
obs: para baixar um álbum clique na primeira letra do post (um link verde). Deverá ser aberto outro site (Rapidshare, turbo upload, etc...) Cada tem um mecanismo de download. Estes sites funcionam como hds virtuais, onde você pode armazenar arquivos de tamanhos gigantescos. E também fazer os downloads dos arquivos armazenados lá, é claro.

Marketing Multinível

Uma entrevista com Paul Zane Pilzer.
Artigo publicado na Revista Network Marketing LifeStyles.

The Next Trillion / Por JOHN MILTON FOGG

Um terremoto está para chegar. De fato, os seus primeiros tremores já começaram. As fundações econômicas estão perceptivelmente a tremer; há rachaduras finíssimas a alastrar ao longo das paredes de estuque dos nossos hábitos domésticos de consumo; os quadros perfeitamente emoldurados da atual realidade fiscal estão começando a cair dessas paredes. Parece que vai atingir 8 graus (ou mais), na escala econômica de Richter e só um homem parece ser capaz de ouví-lo chegar.Todas as gerações, entre milhares de comentadores sociais brilhantes ou meramente inteligentes, produzem um ou dois visionários, com visões espetaculares, capazes de ultrapassar os limites da sua própria especialidade e irromper por entre todas as disciplinas. Temos os nossos Benjamin Franklins, os nossos Buckminster Fullers e... Paul Zane Pilzer, o homem que capta as mudanças sísmicas na nossa economia.O Sr. Pilzer prontamente assume que não tem qualquer bola de cristal: tudo se encontra nas informações. Contudo, o autor por três vezes "best-seller" do New York Times e assessor econômico de duas administrações presidenciais, tem uma habilidade extraordinária para reunir uma grande quantidade de fatos e números e daí retirar um significado relevante. As suas visões extraordinárias têm atraído, há mais de uma década, as atenções dos distribuidores de Marketing Multinível. Agora, ele está de volta com uma nova mensagem: estamos testemunhando o nascimento explosivo de uma nova indústria de um trilhão de dólares e os distribuidores por todo o mundo estão posicionados para estarem na vanguarda dessa explosão.Após dois séculos de oportunidade econômica para os pioneiros da fabricação, entra-se agora na era da distribuição. Atualmente, quem vai ter a maior oportunidade de riqueza são aqueles que concordam com o que o Sr. Pilzer chama de "distribuição intelectual". O mesmo conceito que descreve o Marketing Multinível.

NML: O Sr. Pilzer foi o primeiro economista de renome a pronunciar-se favoravelmente sobre o Marketing Multinível. O que é que de início lhe chamou a atenção para este negócio?
Acho que seria mais exato dizer que foi o negócio que me encontrou. Tudo começou com o meu livro escrito em 1990, "Riqueza Ilimitada", que analisava os diferentes setores da nossa economia e projetava algumas mudanças interessantes para o ano 2000.Nos anos 70 e 80, disseram-nos: "O que está errado com a América é que nós não fazemos as coisas". Então, os jovens inteligentes daquela época começaram a fazer as coisas. De fato, fizeram-nas tão bem que reestruturaram completamente a economia a varejo, ao converterem todas as matérias-primas caras em plásticos e o trabalho em processos de fabricação automatizados e flexíveis. Tomemos, por exemplo, um produto de 300 dólares. Pode ser qualquer coisa: uma televisão, uma máquina fotográfica, um vestido. Nos anos 60, os custos de fabricação deste produto eram de 150 dólares. Cerca de 50 % do custo deste produto estava na fabricação e os restantes 50 % na distribuição. Por volta dos anos 90, o mesmo produto continuava a ser vendido por 300 dólares, mas com muito melhor qualidade geral apesar do custo de fabricação ter caído de 150 para 15 ou 20 dólares!!! Agora 80 a 85% do custo dos produtos estava na distribuição e apenas 15 a 20% na fabricação.Em 1990, no livro "Riqueza Ilimitada", eu explicava que as maiores oportunidades de riqueza já não residiam na fabricação mas sim na distribuição. E o livro previa que isto continuaria, pelo menos, durante a próxima década. Por essa razão, as pessoas mais ricas do mundo em 1990 eram aquelas que tinham encontrado melhores maneiras de distribuir produtos e não melhores maneiras de fabricar produtos.

NML: Pode-nos dar alguns exemplos dessas "pessoas mais ricas", que fizeram fortuna a partir da distribuição?
Em 1961, Sam Walton fundou uma empresa que se comprometeu a nunca fazer a sua própria marca e a divulgar unicamente produtos de outras marcas. Por volta de 1990, não só o Walmart era o maior varejista do mundo, mas Sam Walton era também a pessoa mais rica - um homem que venceu na vida ao distribuir os produtos de outras pessoas. (A propósito, Sam Walton tinha em alto conceito "Riqueza Ilimitada" e apoiou enfaticamente o livro).Em 1990, Fred Smith foi considerado o empresário de uma companhia aérea com mais êxito. Em 1976, tinha fundado uma companhia aérea com uma frota própria de aviões e pilotos, no entanto, não transportava pessoas! O único objetivo da Federal Express era transportar mercadorias – distribuição – uma idéia inaudita em 1976.Ross Perot foi uma das pessoas mais ricas do mundo em 1990. Fundou uma empresa de computadores no valor de 3,5 bilhões de dólares, que nem fazia software nem hardware. O que é que fazia o EDS? Distribuía o software e hardware de outras pessoas.

NML: De que maneira as suas observações sobre riqueza e distribuição chamaram a atenção dos distribuidores de Multiníveis?
Nesse ano, participei por três vezes no programa "Larry King Live". Estava explicando o livro num desses programas e um indivíduo distribuidor de uma companhia de marketing multinível estava por acaso vendo o programa. Ele, um Executivo Sênior altamente graduado na sua companhia, chamou a atenção do mais graduado Executivo Sênior para o programa. Estes e muitos dos seus colaboradores leram o livro e disseram: "Olha, aqui está uma análise econômica do porquê do funcionamento do nosso negócio. Este cara não faz idéia do que é o Marketing Multinível, mas sabe por que razão funciona!"Eu não fazia idéia do que era a companhia. Nem sequer sabia o que era o Marketing Multinível. Não estava tentando promover nada, talvez a razão pela qual a minha pesquisa tenha sido tão bem sucedida. Estava apenas utilizando informações empíricas e analisando a distribuição na América e no mundo. Os colaboradores desta companhia decidiram convidar-me como orador para lhes explicar o que eu tinha falado no "Larry King Live". Foi assim que tudo começou.


NML: Isso foi há mais de uma década e desde então tem sido uma referência para todos os distribuidores de multiníveis. Obviamente o seu pensamento não parou de evoluir. O que é que tem acontecido nos últimos 10 anos?
Modifiquei bastante a minha perspectiva. Em 1990, as oportunidades ainda se baseavam na distribuição física dos produtos. Desde então, temos assistido a uma mudança drástica. No meu novo livro, "O Próximo Trilhão", divido a distribuição em duas funções: física e intelectual.A distribuição física significa levar o produto ao consumidor – produtos que o consumidor já sabe que quer. O Walmart é assim: sabemos exatamente aquilo que queremos quando vamos ao Walmart: entramos, escolhemos e saimos da loja. Não aprendemos lá nada de novo.A distribuição intelectual ocorre quando aprendemos algo sobre um novo produto ou serviço que não sabíamos que existia. Até 1990, as grandes oportunidades para fazer fortunas com a distribuição, as oportunidades dos Fred Smiths; Ross Perots e Sam Waltons, residiam na distribuição física. Hoje, as grandes oportunidades estão na distribuição intelectual.

NML: Por exemplo ...?
Em 1999, um homem de negócios foi reconhecido pela revista Time como o homem do ano (fato especialmente significativo, visto ser muito raro um homem de negócios ganhar essa distinção). De quem se tratava? Jeff Bezos, que revolucionou a distribuição de livros com a amazon.com.Agora, vejamos mais em pormenor: Jeff Bezos está realmente no negócio da distribuição intelectual. Uma pessoa não assina a amazon.com só para receber o livro fisicamente; assina para aprender sobre o livro. Lê as várias críticas; vê outros livros dentro da mesma categoria e pode mesmo consultar o site só para descobrir se existe algum livro relativo a um determinado assunto.Na verdade, o grande crescimento da distribuição física, que eu descrevi na "Riqueza Ilimitada", já se verificou. As fortunas que tinham de ser feitas já o foram na grande maioria. As fortunas que serão feitas no novo milênio – pelo menos na primeira década do novo milénio – serão mais de distribuição intelectual: educar os consumidores sobre produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas e de cuja existência eles nem sequer sabem.

NML: Porque é que é aí que estão as verdadeiras oportunidades hoje em dia?
Porque é esse precisamente o principal entrave. Houve uma altura em que os dois aspectos da distribuição – o físico e o intelectual – estavam normalmente associados debaixo do mesmo teto. Isso já não acontece.Se tiver a minha idade, ainda se deve lembrar das primeiras vezes que entrou numa loja e pensou consigo: "Meu Deus, sei mais sobre este produto do que o empregado que está a vendê-lo!" Há 25 anos atrás, isso era chocante. Quem é que pensava em abrir uma loja em que o empregado não soubesse nada sobre o produto?Atualmente, isso é universalmente aceito. Hoje em dia, espera-se que o consumidor conheça o produto. Existem ainda alguns varejistas de especialidade, como é o caso da Nordstrom. Mas, no geral, os varejistas abandonaram por completo a função tradicional de ensinar as pessoas sobre os produtos. Em vez disso, focaram-se na função de entregar o produto de forma eficiente e barata.Vá a um stand de automóveis e fale com o vendedor: será que aquele vendedor possui o carro de que estão falando? Provavelmente não. Vá a uma loja de eletrônicos: quantas vezes encontra um vendedor que possua realmente o produto que está pensando em comprar - ou que tenha sequer possibilidades de ter um? Raramente. O negócio daquelas pessoas é mostrar-lhe a prateleira onde pode encontrar o produto. Não estão ali para lhe ensinar o que é.

NML: Então, onde é que aprendemos atualmente?
Esse é o problema. Atualmente, o ritmo da mudança tecnológica está acelerando rapidamente, independentemente da indústria. Quando aprendemos sobre um produto e estamos prontos para comprá-lo, sabe o que acontece? Já existe um melhor! Onde é que aprendemos sobre este último? Em lugar nenhum. É isso que está faltando. É esse o entrave na nossa economia. Fale com qualquer fabricante e ele vai dizer-lhe: "Estamos vendendo os modelos A, B, C, e D; o modelo novo, o F, é sete vezes melhor, até está com melhor preço, mas ninguém o compra ainda!" Por que razão? Porque ainda não sabem nada sobre ele. A isto chama-se "backlog".Eu constatei isso quando desenvolvemos um software educacional no início dos anos 90: ali estava um produto que podia mudar radicalmente a vida de uma criança, mas tornava-se mais caro informar as pessoas sobre o produto do que produzi-lo. Até encontrarmos uma empresa de marketing multinível no decorrer dos anos 90, estávamos bastante adormecidos: tínhamos novos produtos espetaculares, mas não tínhamos maneira de informar o consumidor da sua existência.

NML: De que maneira o Marketing Multinível, ao fazer isso, contrasta com as formas de marketing mais tradicionais, como é o caso da publicidade ou outros canais de massa?
O Marketing Multinível, atualmente, é quase no seu todo distribuição intelectual. Quando um distribuidor de Multinível discute um produto com o consumidor, não entrega pessoalmente esse produto. Pode servir-se dos Correios ou de qualquer outro serviço de entrega para que o produto chegue ao consumidor.Ainda mais fascinante é o fato de atualmente o Marketing Multinível ser feito tipicamente pessoa a pessoa por alguém que também é utilizador do produto. Ao contrário do vendedor de automóveis, de eletrônicos ou de vestuário, o distribuidor de Multinível é um utilizador experimentado, conhecedor e entusiamado com o produto que lhe está sendo solicitado.As empresas que prosperam no Marketing Multinível vão centrar-se quase por completo na distribuição intelectual, ensinando as pessoas acerca de novos produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas. Aquelas que realmente vão distinguir-se terão algum tipo de tecnologia única e própria. E não apenas única, mas eficaz – melhor do que qualquer outra existente.

NML: Portanto, observou o impacto da oportunidade passar da fabricação para a distribuição física e agora para a distribuição intelectual. Em que mais aspectos mudou a sua maneira de pensar? Qual é o tema principal do "Próximo Trilhão"?
Comecei por focar-me nas grandes necessidades da América, o que me encaminhou para algumas direções surpreendentes. As pessoas pensam nas suas necessidades de uma maneira muito mundana: "Preciso de um vestido novo que não me faça parecer gorda", ou "Preciso de um carro que gaste menos". Eu olhei para a situação a um nível mais abrangente: temos necessidades mais fundamentais, como comer, dormir, ser saudável, ter instrução. Enquanto estudava cuidadosamente as condições atuais, descobri que a maior necessidade da América, hoje em dia, é o bem-estar.

NML: Pode definir "bem-estar"? Eu defino "bem-estar" em termos do dinheiro gasto para nos sentirmos mais saudáveis, .... Para nos fazer sentir mais fortes; para nos fazer ver melhor; para nos fazer ouvir melhor. Enfim, para combater aquilo a que poderíamos chamar os sintomas do envelhecimento.

NML: Porque lhe chama o "próximo" trilhão? No ano 2000, a indústria do bem-estar na América já ascendia a 200 bilhões de dólares; cerca de metade disso corresponde a 24 bilhões gastos em clubes de fitness, mais 70 bilhões gastos em vitaminas e minerais. Estes 200 bilhões, há dez anos atrás, eram apenas uma miragem.

NML: Quem está gastando esse dinheiro? Na sua grande maioria, os Baby Boomers: pessoas prósperas com idades compreendidas entre os 35 e os 55 anos. Os Baby Boomers são uma força econômica poderosa e todo o mercado de compra e venda sabe disso. Representam apenas 28% da nossa população mas, a nível econômico, representam quase 70%.Os Baby Boomers são a primeira geração que conhecemos, ao longo da história de que há registro, que se recusa a aceitar o processo de envelhecimento. Este aspecto é fascinante do ponto de vista do marketing. Repare nos carros que eles compram: são estilo "retro", desenhados para fazer com que eles se sintam nos tempos do liceu. Repare nas roupas que eles compram: também são "retro" – parecem as roupas que eles queriam ter comprado mas não podiam quando andavam no liceu.Até agora, a intenção de marketing relativa ao Baby Boomer tinha andado à volta de como fazê-lo sentir-se mais jovem, como ajudá-lo a relembrar o que era ser jovem. Agora, avançou um passo. Hoje, os Boomers estão a começar a comprar coisas que, de facto, os tornam mais jovens!Isto está apenas começando. A maioria das pessoas nem sequer sabe que existe este tipo de produtos. Quando o resto deste grupo dos 50% do poder de compra aprender sobre bem-estar, o setor vai explodir. Já passou de virtualmente 0 em 1990 para 200 bilhões nos dias de hoje. É fácil de ver que estes 200 bilhões vão se transformar num trilhão – ou mais – por volta do ano 2010.

NML: Tem reações das pessoas, do tipo: "O quê... um trilhão de dólares?" Sim, todos os dias. Mas veja a coisa em perspectiva. O primeiro computador da IBM surgiu em 1981 e, em 1990, as vendas de computadores excederam as vendas de automóveis. Ninguém sabia o que era a Internet em 1990 e os consumidores só foram autorizados a aceder à Internet com as suas próprias contas e endereços eletrônicos privados em 1995. Em 2000, a esmagadora maioria da nova riqueza e dos novos milionários deste país estavam sendo criados pela Internet. Dada a rapidez com que estas novas indústrias crescem, um trilhão de dólares em bem-estar por altura do ano 2010 começa a parecer uma previsão conservadora.

NML: Será que a necessidade da distribuição intelectual se aplica à indústria do bem-estar? Completamente. Por definição, todo o bem-estar é nova tecnologia. Não existe virtualmente nenhum lugar onde se possa aprender sobre isso. Se for a uma clínica convencional de perda de peso, eles estão empenhados em vender-lhe os seus próprios produtos alimentares processados. Não lhe dão quaisquer lições de bem-estar. A informação simplesmente não existe. Toda a investigação no negócio da medicina é sobre doenças. Para onde é que o consumidor se volta?A única forma de aprender sobre bem-estar é através de alguém que nos esteja próximo e que já tenha tido uma experiência de bem-estar. Vemos o colega de quarto da faculdade e dizemos: "Meu Deus, João, está o máximo! Está com um ar tão saudável! O que é que você fez?" Tropeçamos numa experiência de bem-estar e começamos a descobrir que existe toda uma indústria de bem-estar, com todo o tipo de novos produtos e serviços.
Não se poderia ter acesso ao bem-estar há 10 ou 15 anos atrás, porque não existia qualquer indústria do bem-estar. A maior parte destes produtos e serviços estão saindo neste momento do laboratório. E quando olhamos para esses laboratórios e vemos o que está por vir, apercebemo-nos de que este negócio vai mesmo levantar vôo. De tudo aquilo em que eu tenho me envolvido, a indústria do bem-estar parece-me, neste momento, a mais entusiasmante.


NML: Qual é a ligação que vê entre o Marketing Multinível e esta revolução do bem-estar? Tem basicamente a ver com a diferença entre aquilo a que eu chamo "ensinamento ativo" e "ensinamento passivo". Os meios de publicidade convencionais não são eficazes em transmitir aquilo a que eles chamam informação "intelectualmente inovadora", o que é um eufemismo para "idéias novas".Pense por um minuto na forma como vê televisão. Está bem confortável e relaxado no seu sofá e a última coisa que quer é ser confrontado com nova informação. De fato, quando realmente vemos algo que nos desafia, algo que está em desacordo com aquilo que sabemos ou pensamos que é verdadeiro, o que é que fazemos?

NML: Mudamos de canal...
Exato! A televisão é um meio muito passivo para se aprender e, por isso, não podemos utilizá-la realmente para ensinar novas idéias. O mesmo se passa com os jornais. Eu costumava escrever regularmente artigos de opinião para vários jornais, como o New York Times. Às vezes, estava numa festa entusiasmado com um artigo que eu tinha escrito e perguntava a um amigo: "Então, o que é que achou do meu artigo sobre este ou aquele assunto?", e ele dizia-me: "Paul, eu não leio as suas coisas. Sou Democrata!" Geralmente, não lemos os artigos de opinião que nos desafiam. Só lemos aqueles que reforçam aquilo que já pensamos. A maior parte das nossas fontes de informação tornou-se hoje em dia num meio passivo. Não gastamos o nosso tempo com elas para sermos desafiados. Quando realmente nos deparamos com uma coisa que nos desafia, mudamos de canal ou lemos outra coluna.A única altura em que aprendemos ativamente, ou seja, em que começamos de fato a receber e a ter em conta informação nova, é quando estabelecemos um diálogo com alguém. Primeiro, a pessoa diz algo com que não concordamos. Aí, pensamos: "Oh, isso não é verdade." Talvez não digamos nada por mera educação, mas a nossa cara reflete o nosso desacordo. Isso inicia um diálogo: ela acrescenta um pouco mais; nós respondemos e... gradualmente, o diálogo começa a alterar a nossa mente.A informação correta sobre dieta, nutrição, vitaminas, minerais e suplementos é quase toda ao contrário daquilo que ouvimos da nossa comunidade médica. Para muita gente, vai completamente contra a maneira como fomos educados. Existe por aí tanta informação incorreta: as pessoas ficam condicionadas por ela. Quando ouvem pela primeira vez informação nova e boa, é normal que sejam céticas. A única forma de mudarem realmente o seu paradigma ou começarem a aprender nova informação, é pessoa a pessoa - visto estarem ativamente empenhadas numa conversa.Isto não acontece do dia para a noite. Podem ser precisas três, quatro, cinco ou seis conversas com pessoas diferentes para mudarmos realmente a nossa opinião. É por isso que o bem-estar (que, para tanta gente, é tão obviamente uma informação que muda o paradigma) realmente funciona melhor num ambiente interativo de um para um, como é o caso do Marketing Multinível.

NML: O que é que prevê para a próxima década, Paul?
Vejo uma indústria do bem-estar no valor de um trilião de dólares no ano de 2010.Vejo grandes oportunidades para o Marketing Multinível e para os seus distribuidores.Vejo certas empresas de Marketing Multinível a liderarem essa indústria, visto serem a maneira mais rápida de espalharem a nova informação.Vejo grandes oportunidades para a indústria do Marketing Multinível, por ser atualmente o melhor veículo que temos, nos Estados Unidos e no mundo, para educar as pessoas sobre novos produtos e serviços. Existe uma grande janela de oportunidade, para as empresas de Marketing Multinível, para ensinarem os consumidores acerca de produtos e serviços do bem-estar.Mas vejo também grandes desafios para as empresas de sucesso de Marketing Multinível, especialmente as envolvidas no bem-estar, à medida que a tecnologia for evoluindo. Estas empresas precisam ser flexíveis, para poderem manter-se à frente na nova tecnologia. Os melhores produtos e serviços de bem-estar de ontem podem não ser os melhores produtos e serviços de amanhã.A indústria dos computadores pessoais é uma boa analogia: empresas inteiras surgiram e desapareceram porque fizeram, por exemplo, o melhor software para fax... até surgir alguém com um software para fax melhor; ou porque fizeram o melhor cartão para um monitor... até todos os computadores começarem a vir já com o cartão incorporado.Muitos dos produtos que hoje são do Marketing Multinível vão passar para o varejo tradicional bastante depressa. Já se observa isso com a glucosamina e um grande número de outros suplementos: estão começando a entrar nos canais convencionais de varejo. Os distribuidores de Multiníveis, para permanecerem competitivos, vão ter de se manter à frente nas novas tecnologias.Vejo esta indústria consolidando-se. Muitas das empresas mais pequenas de Marketing Multinível não terão dinheiro suficiente para a Pesquisa e Desenvolvimento de que necessitam para competirem com as novas tecnologias. Vejo fusão de empresas, bem como empresas a alargarem a sua gama de produtos. As empresas que puderem ir ao encontro de mais necessidades dos seus consumidores são as que terão mais sucesso.Vejo verdadeiras experiências clínicas. Os produtos do negócio do bem-estar estão encaminhando-se para uma era de grande controle de qualidade. Atualmente, entre um terço a metade dos frascos que se encontram nas lojas não contêm o que está expresso nos rótulos, porque o negócio não está regulamentado. A empresa que tenha como único negócio o bem-estar tem muito mais a perder se cometer um erro: muitas vezes, tem melhor controle de qualidade. Em última análise, nenhuma das empresas de bem-estar de sucesso se pode dar ao luxo de ter um produto de má qualidade no mercado.

NML: Como rabino em part-time e alguém que é vegetariano (como afirma no seu livro, por razões espirituais), ficou bastante apaixonado pelo bem-estar, não acha?

Tornou-se uma espécie de missão para mim e creio que também o é para os distribuidores de Multiníveis. Por muito que uma pessoa tenha em conta os benefícios financeiros e de estilo de vida deste negócio, nada é tão gratificante como modificar uma vida e as vidas de todas as pessoas que estão relacionadas com aquela vida. Se pudermos adicionar 5, 10 ou 15 anos à vida de alguém, pense nos filhos e na mulher ou no marido dessa pessoa. Há uma inter-relação maravilhosa entre todos nós no mundo hoje em dia, e quando podemos dar a alguém o dom do bem-estar, melhorar a qualidade da sua vida todos os dias ou mesmo prolongar essa vida, é realmente maravilhoso.Mas não se engane: há uma crise, uma tendência de proporções epidémicas caminhando em direção oposta no resto da América. Neste momento, o Marketing Multinível, para mim, é a única força no horizonte capaz de efetuar este tipo de mudança enorme.
Paul Zane Pilzer é um mundialmente renomado economista, um multimilionário empreendedor de software, professor adjunto, assessor econômico de duas administrações presidenciais e autor de três best-sellers.
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A gente não quer só comida

Comer é necessidade básica de qualquer ser humano. Assim como beber, mamar, dormir, cagar, rir, falar, chorar e tantas outras necessidades. Precisamos de tudo isso e muito mais. Pois não basta comer. Eu quero é gozar no final. Como na música do Titãs (vide abaixo) a gente espera que o mundo seja muito mais apenas do que a comida no prato do cidadão. Quero diversão e arte e até balé, para saciar a vontade, o desejo e a santa necessidade.

Comida
(Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto)
bebida é água. comida é pasto. você tem sede de quê? você tem fome de quê?
a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte.
a gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte
a gente não quer só comida, a gente quer bebida, diversão, balé.
a gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer.
bebida é água. comida é pasto. você tem sede de quê? você tem fome de quê?
a gente não quer só comer, a gente quer comer e quer fazer amor.
a gente não quer só comer, a gente quer prazer pra aliviar a dor.
a gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade.
a gente não quer só dinheiro, a gente quer inteiro e não pela metade.
bebida é água. comida é pasto. você tem sede de quê? você tem fome de quê?